• Rodrigo Fadini

Onças-pintadas, antas, tamanduás-bandeira e muito mais!


Na reta final das últimas campanhas de campo do projeto "Mamíferos e aves cinegéticas da Floresta Nacional do Tapajós."


Onça-pintada registrada na Floresta Nacional do Tapajós

Foram 30 dias de armadilhamento fotográfico em cada uma das 30 parcelas dos módulos do Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), localizadas na Floresta Nacional do Tapajós (FNT). A distância mínima entre as parcelas é de 1 km e a máxima de 70 km, cobrindo uma área de 80 mil hectares (dos mais de 200 mil hectares da área total da FNT).


O estudo faz parte do projeto de mestrado do discente Dian Carlos Pinheiro Rosa, do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade, da Universidade Federal do Oeste do Pará. Dian recebe bolsa da CAPES e o projeto é financiado pelo PROCAD-Amazônia, também da CAPES.


Este é o primeiro estudo realizado na FNT que se propõe a: 1) fornecer uma lista documentada sobre os registros de mamíferos e aves cinegéticos de médio e grande porte e 2) avaliar o efeito de variáveis ambientais sobre esses animais.


Antes deste estudo, o armadilhamento fotográfico para registro de espécies da fauna só havia sido realizado próximo de comunidades tradicionais no interior da FNT, ou seja, perto do Rio Tapajós. Com os resultados, será possível modelar a ocorrência de várias espécies a partir das variáveis ambientais coletadas e avaliar o status de conservação local daquelas ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, o tatu-canastra e o tamanduá-bandeira, todos registrados pelas câmeras do projeto.


No futuro, pretende-se realizar parcerias para garantir o monitoramento de várias dessas espécies em longo prazo e promover estratégias de conservação eficientes no nível local e regional. O projeto também é desenvolvido pelo pós-doc Carlos Brocardo e pelo técnico de laboratório Arlison B. Castro.




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